O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o arquivamento da investigação contra seis dos oito empresários que foram alvos de mandados por trocarem mensagens defendendo um suposto golpe de Estado em um grupo de WhatsApp, caso o então candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ganhasse as eleições.
A decisão de arquivamento é desta segunda-feira (21) e abrange os empresários Afrânio Barreira Filho, dono do Coco Bambu, André Tissot, da Sierra Móveis, Ivan Wrobel, da W3 Engenharia, José Isaac Peres, da Multiplan, José Koury, do Barra World Shopping e Marco Aurélio Raymundo, da Mormaii.
Moraes considerou que “não foi encontrada nenhuma prova robusta” contra eles. No entanto, manteve a investigação contra Meyer Nigri, da Tecnisae, e Luciano Hang, da Havan. O magistrado concedeu à Polícia Federal mais 60 dias para que sejam feitas diligências em relação aos dois.
Segundo o g1, a apuração em relação a ambos está mantida para apurar o conteúdo do celular de Hang e um possível vínculo com o ex-presidente Jair Bolsonaro.
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