O conflito no Oriente Médio fez um vítima brasileira na quarta-feira (25). Um adolescente de 15 anos morreu no Líbano após uma série de bombardeios de tropas israelenses. Ali Kamal Abdallah foi atingido no Vale do Beqaa, a 30 quilômetros de Beirute.

Leia também: SC: motorista sem CNH é flagrado transportando 151 perfumes falsificados
O pai do adolescente é paraguaio e também morreu nas explosões. A embaixada do Brasil no Líbano está em contato com a família.
O Ministério das Relações Exteriores (MRE) lamentou o ocorrido. Em nota divulgada na manhã desta quinta-feira (26), o MRE afirmou que está prestando assistência à família das vítimas.

“O governo brasileiro tomou conhecimento, com profundo pesar, da morte, no Vale do Bekaa, Líbano, do adolescente brasileiro Ali Kamal Abdallah, de 15 anos de idade, natural de Foz do Iguaçu. O menor e seu pai, de nacionalidade paraguaia, foram atingidos por explosão como resultado dos intensos bombardeios aéreos israelenses na região, na segunda-feira. A Embaixada do Brasil em Beirute está prestando assistência aos familiares do menor. O pai do adolescente também faleceu como resultado da explosão”.
O Itamaraty também reiterou a condenação aos ataques israelenses contra civis no Líbano. “Ao solidarizar-se com a família, o Governo brasileiro reitera sua condenação, nos mais fortes termos, aos contínuos ataques aéreos israelenses contra zonas civis densamente povoadas no Líbano e renova seu apelo às partes envolvidas para que cessem imediatamente as hostilidades”.
Fonte: Agência Brasil
VEJA TAMBÉM:
- RJ: passageiro de ônibus morre baleado durante ação policial em comunidade na Zona Sudoeste
- SC: menor investigado por ato infracional análogo ao crime de tráfico é apreendido em Tubarão
- SC: adolescente investigado por envolvimento com o tráfico é apreendido em Braço do Norte
- Rapaz de 16 anos é flagrado fazendo manobra “superman” em rodovia do Oeste catarinense
- Em Imbituba (SC), adolescente dirige embriagado e é apreendido após bater em carro estacionado
- Padrasto é condenado por tortura e morte de criança autista em Florianópolis; pena é de 44 anos






