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Tubarão (SC) chega a 666 focos do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya

Novo boletim da dengue foi divulgado pela Vigilância Epidemiológica nesta quarta (19).
Foto: Reprodução/Prefeitura de Tubarão

Redação PIXTV (Site)

19 de agosto de 2026

atualizado às 14:58

Tubarão, no Sul de Santa Catarina, identificou 666 focos do mosquito Aedes aegypti em diferentes bairros do município. O número consta na atualização do boletim da dengue divulgada pela Vigilância Epidemiológica nesta quarta-feira (19).

Até o momento, foram 128 casos notificados, sendo nove confirmados como autóctones — quando a pessoa contrai a doença dentro do próprio município. Não há registros de casos importados e um caso permanece sob investigação.

Do total de notificações, 118 foram descartadas. Em 2026, duas pessoas precisaram ser internadas em decorrência da dengue.

Bairros com mais focos

O Centro concentra o maior número de focos, com 73 registros. Na sequência aparecem Humaitá de Cima (60), Revoredo (56), Vila Moema (53), Oficinas (48), Humaitá (48), Recife (43), Dehon (36) e Morrotes (35).

Também foram identificados focos em São João Margem Esquerda (32), Fábio Silva (28), Monte Castelo (27), Vila Esperança (24), Santo Antônio de Pádua (20), São Cristóvão (15), São Martinho (13), São João Margem Direita (12), Passagem (9), São Clemente (9), Santa Luzia (5), Bom Pastor (4), Praia Redonda (4), KM 60 (3), Congonhas (3), Sertão dos Corrêas (2), Guarda Margem Direita (1), Cruzeiro (1) e Mato Alto (1).

Combate ao mosquito

Diante do número de focos, o Núcleo de Combate às Endemias mantém ações de prevenção e controle em diferentes regiões da cidade. As equipes fazem inspeções, monitoramento, visitas domiciliares e orientações aos moradores sobre como evitar a reprodução do mosquito.

Também são realizadas ações de Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI) e pulverização em bairros e locais com maior concentração de focos, conforme critérios técnicos e epidemiológicos.

As equipes reforçam a importância da participação dos moradores no combate ao mosquito, principalmente permitindo a entrada dos agentes durante as visitas e eliminando possíveis criadouros nas residências.

A orientação é evitar recipientes que possam acumular água parada, ambiente utilizado pelo Aedes aegypti para se reproduzir.

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