A Argentina registrou uma média de apenas 1,2 filho por mulher em 2024, uma das menores taxas de natalidade da história do país. Em discurso, o presidente Javier Milei atribuiu a queda ao avanço das pautas feministas e à legalização do aborto. No entanto, dados de relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) mostram que a redução da fecundidade é impulsionada por fatores socioeconômicos, como inflação, insegurança no mercado de trabalho e dificuldades de acesso à moradia e creches. Assista à reportagem para entender a crise demográfica que atinge o país vizinho!
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