O mestre Douglas Rufino trabalha há 20 anos ‘salvando vidas’ através do jiu-jitsu na favela do Cantagalo, no Rio de Janeiro, onde esta arte marcial mexeu com a sociedade no início do século. Visto com maus olhos nos anos 1990 e início da década 2000, o esporte virou a página e hoje é uma marca do Rio de Janeiro e do Brasil.
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