Mesmo sob greve de funcionários, o Museu do Louvre conseguiu reabrir parcialmente ao público, mantendo o acesso a algumas das obras mais emblemáticas. A mobilização expõe um impasse prolongado entre trabalhadores e administração, em meio a denúncias de falta de pessoal, problemas estruturais e pressões crescentes provocadas pelo alto fluxo de visitantes.
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