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Sustentabilidade urbana: Porto Alegre ganha sua 1ª “Floresta de Bolso”; entenda técnica de plantio

Microfloresta é implantada em área onde não há espaço para arborização tradicional, com espaçamento adensado entre as mudas.
Foto: Sergio Louruz/SMAMUS

Redação PIXTV (Site)

16 de dezembro de 2025

atualizado às 15:11

Na manhã desta segunda-feira (15), o início do plantio de 850 árvores nativas, em área de cerca de 600 metros quadrados, marcou a implantação da primeira Floresta de Bolso de Porto Alegre, entre a avenida Padre Cacique e o viaduto Abdias do Nascimento (avenida Pinheiro Borda), no bairro Praia de Belas. 

A microfloresta é implantada em área onde não há espaço para arborização tradicional, com espaçamento adensado entre as mudas, buscando reduzir ilhas de calor, ampliar a infiltração de água, aumentar a umidade do solo, filtrar gases e fortalecer a biodiversidade.

 A iniciativa é resultado de parceria entre a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Urbanismo e Sustentabilidade (Smamus) e a empresa Heineken e integra o Plano de Ação Climática da Capital, dentro das ações para implantar arborização urbana com espécies nativas adaptadas às condições climáticas.

“O projeto representa uma oportunidade para Porto Alegre observar um modelo alternativo de restauração ecológica em ambiente urbano, reforçando nosso compromisso com a adaptação à nova realidade climática”, destaca o secretário da Smamus, Germano Bremm, explicando que a iniciativa é um projeto-piloto e não tem custos para prefeitura.

Floresta de Bolso 

O botânico, paisagista e um dos principais especialistas em biodiversidade da fauna brasileira, Ricardo Cardim, é o idealizador do método “Floresta de Bolso”. O termo se refere a técnica inspirada na dinâmica natural da Mata Atlântica e busca recuperar áreas muito degradadas. 

Pelo Termo de Cooperação, firmado até 2030, estão sendo plantadas mudas de espécies como aroeira vermelha, guajuvira, ingá, guamirim, ipês e jerivá, ao lado da subestação Menino Deus da CEEE- Equatorial.

Participaram do ato o diretor da fábrica da Heineken de Igrejinha, Ricardo Gregório, a secretária-adjunta da Smamus, Júlia Zardo, e as diretoras Rovana Reale Bortolini e Verônica Riffel. O plantio simbólico de uma muda de erva-mate deu início à floresta.

Fonte: PMPA

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