A Surfland Brasil, em Garopaba (SC), anunciou a chegada de Álvaro Martins como novo Marketing Manager (MM), em um movimento que reposiciona a estratégia da companhia em um momento decisivo para o setor de piscinas de ondas.
Mais do que uma contratação, a decisão indica uma mudança clara de abordagem: à medida que o mercado evolui, cresce a necessidade de operações mais estruturadas, orientadas à escala e capazes de transformar audiência em ativo e experiência em resultado.
Com investimento de R$ 320 milhões, o projeto se consolida como um dos principais do país dentro de um segmento que já movimenta cerca de US$ 1,5 bilhão globalmente — e que começa a entrar em fase de disputa mais intensa no Brasil.
O surf entrou em uma nova lógica de mercado
Durante décadas, o crescimento do surf esteve limitado a fatores naturais. Agora, com o avanço das piscinas de ondas, o esporte passa a operar em ambientes controlados, previsíveis e escaláveis.
Na prática, isso redefine completamente o jogo.
✅Mais acesso.
✅Mais recorrência.
✅Mais monetização.
E, principalmente, a criação de um novo mercado estruturado dentro da economia do entretenimento.
O Brasil, nesse cenário, desponta como um dos territórios mais estratégicos para essa transformação.
A nova economia do surf
Por trás desse movimento, existe uma mudança mais profunda na lógica do setor.
O avanço dos wave pools não representa apenas inovação tecnológica, mas a criação de uma nova camada econômica dentro do surf — mais previsível, escalável e acessível.
Globalmente, o segmento cresce entre 7% e 10% ao ano, impulsionado por turismo, tecnologia e experiência.
Na prática, o impacto vai além do esporte.
As piscinas de ondas viabilizam a construção de ecossistemas completos, integrando hospitalidade, eventos, gastronomia, produção de conteúdo e comunidade — algo que o surf tradicional, limitado a condições naturais, nunca conseguiu estruturar dessa forma.
“O surf está deixando de ser apenas oceano. Isso muda completamente a lógica do mercado.”
“As piscinas de ondas estão criando uma nova economia dentro do esporte — mais previsível, mais escalável e com capacidade de atrair novos públicos, não apenas surfistas.”
“Não se trata de substituir o mar, mas de expandir o surf para novos territórios, novas experiências e novos modelos de negócio.”
Esse movimento amplia o potencial do setor e abre espaço para marcas, criadores e investidores explorarem novas oportunidades dentro do universo do surf.
Uma escolha alinhada ao novo momento

A chegada de Álvaro Martins acompanha essa transformação — e carrega um histórico diretamente conectado ao lifestyle e à construção do surf como indústria no Brasil.
Com passagem pela Mormaii — reconhecida como a maior empresa de surf da América Latina — o executivo participou de um dos ambientes mais relevantes na formação do mercado, vivenciando de perto a construção de marca, cultura e escala dentro do esporte e foi peça fundamental para o crescimento da marca no meio digital.
Ao longo da carreira, também atuou na Hidrolight S/A e hoje é embaixador de marcas como Caloi e ERT Uniformes.
Além disso, esteve à frente de projetos que conectaram marca, audiência e performance dentro do universo do surf, incluindo campanhas com repercussão internacional, como a ação com o atleta Heitor Alves no circuito mundial.
Mas é sua forma de pensar operação que dá o tom do movimento.
“Ao longo da minha trajetória, entendi que grandes operações não são construídas apenas com estratégia, mas com consciência. Elevar o nível de entendimento de todos os envolvidos é o que transforma execução em resultado escalável, consistente e sustentável.”
Marketing deixa de ser suporte e passa a ser motor
A movimentação reforça uma mudança que já começa a se consolidar: o marketing deixa de atuar como área de apoio e assume papel central na geração de crescimento.
Na prática, isso significa integrar posicionamento, experiência e aquisição de clientes em uma única lógica de operação.
“Estamos vivendo uma mudança estrutural na forma como o surf se conecta com o mercado. A previsibilidade das ondas cria um modelo mais escalável e abre novas possibilidades de crescimento”, afirma Álvaro Martins.
“O desafio agora é alinhar estratégia, execução e cultura para construir uma operação consistente, capaz de sustentar expansão com alta performance.”
A corrida já começou
Nos bastidores, o movimento é interpretado como um sinal claro de antecipação estratégica.
Com novos projetos surgindo no país, a disputa por posicionamento dentro desse mercado tende a se intensificar nos próximos anos — e decisões tomadas agora podem definir quem liderará essa nova indústria no Brasil.
A chegada de Álvaro Martins também marca uma mudança no perfil da liderança de marketing no setor: menos operacional, mais orientada à construção de sistemas de crescimento e vantagem competitiva.
No fim, a transformação vai além do esporte.
Se antes o surf era limitado pela natureza, agora passa a operar como um mercado estruturado.
E, nesse novo cenário, não se trata apenas de surfar a onda —
mas de construir o que existe ao redor dela.

Fonte: Comunicação/Surfland
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