P U B L I C I D A D E

Comércio, serviços e turismo de SC reduziram o faturamento durante período de chuvas

Sondagem da Fecomércio aponta que 72,8% das empresas consultadas tiveram redução de faturamento em decorrência dos eventos climáticos.

Redação PIXTV (Digital)

17 de outubro de 2023

atualizado às 17:11

As chuvas fortes que atingem Santa Catarina desde o início do mês de outubro vêm impactando negativamente as empresas catarinenses. A Fecomércio realizou uma pesquisa junto a empresários de diversos setores e constatou que 72,8% das empresas ouvidas apresentaram redução no faturamento no período em questão.

“Essa sondagem é mais um instrumento que a Fecomércio utiliza para dar apoio aos empresários dos nossos setores representados. A pesquisa é importante porque conseguimos ter uma amostra fiel de como está a situação. Neste caso, conseguimos observar claramente que o setor que mais emprega, também foi um dos mais atingidos. Dessa forma conseguimos apontar para o poder público ações emergenciais para auxílio, como linhas de crédito facilitadas para capital de giro e reforma, por exemplo”, explica o presidente da Fecomércio, Hélio Dagnoni.

A redução média no faturamento das empresas que participaram da sondagem foi de 35,5%. Individualmente, o setor de comércio apresentou perdas de 36,4%, o turismo de 35,6% e os serviços mostraram queda idêntica a da média do levantamento, 35,5%. Ainda em termos de faturamento, regionalmente, as perdas apresentaram maior amplitude. Por um lado, as empresas do Vale do Itajaí indicaram os maiores recuos nas receitas, 40,0%, enquanto as do Sul do estado calcularam reduções da ordem de 28,8%.

Outro dado relevante diz respeito a interrupção do atendimento aos clientes. 35,3% das empresas consultadas necessitaram interromper as atividades produtivas. Destas, 46,9% precisaram fechar pela dificuldade de acesso, tanto de clientes quanto de funcionários; 44,4% fecharam de forma preventiva e apenas 8,6% dos estabelecimentos fecharam o estabelecimento físico, mas conseguiu realizar outros tipos de atendimentos (remoto, online, entregas etc).

Um ponto muito observado durante as reportagens sobre as chuvas é em relação aos danos causados à infraestrutura das construções atingidas pelas águas. Entre os empresários ouvidos neste levantamento que afirmaram ter tido prejuízos com o estabelecimento físico do negócio, o principal dano relatado foi os problemas relacionados às vias de acesso ao estabelecimento (31,8%), sendo seguido por danos na estrutura do estabelecimento (13,3%), dificuldades para o abastecimento de mercadorias pelos fornecedores (11,2%) e com mercadorias danificadas (4,3%).

A sondagem ainda questionou quais as medidas emergenciais que o Poder Público poderia adotar para melhorar os resultados das empresas após o desastre natural. 46,5% dos empresários consultados afirmaram que a liberação de linhas de crédito emergenciais para capital de giro ou reforma dos estabelecimentos é a principal ação que deve ser tomada pelas autoridades públicas. Em segundo lugar são apontadas as obras de infraestrutura viária (31,8%) e, 21,7% dos respondentes identificaram a postergação e/ou parcelamento de impostos como uma solução necessária para o momento. Não obstante, cabe ressaltar que todas as três ações além de serem altamente pertinentes, também são esperadas pelo setor do comércio de bens, serviços e turismo de Santa Catarina.

Fonte: Fecomércio

VEJA TAMBÉM:

Divulgação
Operação da PF contra abuso sexual infantojuvenil resgata vítimas em Imbituba, São José e Florianópolis
Surfland
Álvaro Martins assume como gerente de marketing da Surfland Brasil
PMPA
Primeira massa de ar polar do outono provoca clima típico de inverno em Porto Alegre
Internet
Som alto em residência no bairro Campestre, em Imbituba (SC), incomoda vizinhança e mobiliza PM
SHIR TOREM
Conflito no Oriente Médio: mãe e criança brasileiras morrem no Líbano após ataques de Israel
P U B L I C I D A D E
P U B L I C I D A D E
P U B L I C I D A D E
Total de acessos: