P U B L I C I D A D E

Mustela faz estudo clínico inédito no Brasil envolvendo dermatite atópica em peles negras

Realizada com crianças e adultos, pesquisa avaliou a aceitação e eficácia da linha Stelatopia.
Foto: Mustela/Divulgação

Redação PIXTV (Site)

30 de setembro de 2026

atualizado às 10:18

No Mês da Dermatite Atópica, a Mustela apresenta um estudo inédito no Brasil voltado à avaliação dos cuidados com a dermatite atópica em peles negras. Realizado com 68 crianças e adultos dos fototipos IV, V e VI da Escala de Fitzpatrick (classificação dermatológica que considera a resposta da pele à exposição solar e é utilizada como referência para identificar diferentes tons de pele), o estudo clínico é o primeiro da marca realizado no país.

A pesquisa avaliou, durante 28 dias, a aceitação e a eficácia do Stelatopia+ Hidratante Relipidante Antiprurido Orgânico Certificado, primeiro produto do portfólio da Mustela testado em todos os fototipos. Entre os participantes, 85% relataram alívio imediato e duradouro das sensações de desconforto, repuxamento e coceira.

O estudo contribui para ampliar a representatividade de diferentes tons de pele nas pesquisas dermatológicas, um recorte importante, já que os sinais visíveis da dermatite atópica podem variar de acordo com a pigmentação. Enquanto em peles mais claras a inflamação costuma ser identificada pela vermelhidão, em tons mais escuros as áreas afetadas podem adquirir coloração acinzentada, arroxeada ou marrom-escura.

Essas diferenças na aparência, na intensidade e nos locais de ocorrência das manifestações podem dificultar o reconhecimento da dermatite atópica e a avaliação de sua gravidade em peles escuras, conforme apontam referências científicas sobre o tema.

“Ampliar a presença de peles negras nos estudos clínicos é um passo muito importante para produzir evidências mais representativas e apoiar cuidados capazes de considerar essas particularidades. Ao incluir pessoas dos fototipos IV, V e VI, contribuímos com uma dermatologia mais inclusiva, uma vez que, segundo o IBGE, vivemos em um país com mais de 55,5% de pessoas declaradamente negras”, afirma Paula Fernandes, gerente de assuntos médicos da Mustela Brasil.

Incidência de Dermatite Atópica no Brasil

A dermatite atópica é uma doença inflamatória crônica que pode alternar períodos de melhora e piora. Entre seus sintomas mais comuns estão ressecamento intenso, vermelhidão, coceira, irritação, desconforto e sensação de repuxamento.

No Brasil, dados da fase III do International Study of Asthma and Allergies in Childhood (ISAAC), publicados em 2006, indicaram que 12,1% das crianças de 6 a 7 anos e 10,2% dos adolescentes de 13 a 14 anos já haviam tido eczema diagnosticado por um médico — manifestação associada à dermatite atópica. Mais recentemente, um inquérito populacional realizado em 2023, com cerca de 300 mil pessoas em 88 municípios brasileiros, estimou a prevalência de dermatite atópica em 2,3% da população, sendo 2,8% entre mulheres e 1,8% entre homens. Os dados são apresentados pelo Ministério da Saúde no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Dermatite Atópica.

Em peles negras, a inflamação nem sempre apresenta a vermelhidão frequentemente associada à doença. As lesões podem assumir outros tons e ser acompanhadas por hiperpigmentação, quando a região fica mais escura que a pele ao redor, ou hipopigmentação, quando fica mais clara.

Apesar dessas particularidades, ainda são escassos no Brasil os estudos que analisam especificamente como a dermatite atópica se manifesta e impacta a população negra. Segundo a Dra. Katleen da Cruz Conceição, dermatologista titulada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia e referência no cuidado da pele negra, o país ainda não dispõe de registros nacionais robustos com esse recorte.

“Pesquisas que incluam diferentes fototipos podem gerar dados mais próximos da nossa realidade e contribuir para diagnósticos mais precisos, uma melhor avaliação da gravidade da doença e uma prática dermatológica mais adequada à diversidade da população brasileira”, afirma a especialista.

Por ser uma condição que pode acompanhar diferentes fases da vida, a dermatite atópica exige atenção contínua. A hidratação e os cuidados durante o banho ajudam a preservar a barreira cutânea e integram o manejo cotidiano da pele muito seca ou com tendência atópica, mas não substituem o acompanhamento médico e o tratamento indicado para cada caso.

Representatividade na pesquisa dermatológica

A realização do estudo integra o trabalho da Mustela para desenvolver produtos e produzir conhecimento que considerem diferentes tipos, condições e tons de pele. Com mais de 75 anos de pesquisa dermatológica, a marca desenvolve suas fórmulas em colaboração com profissionais de saúde e realiza testes de eficácia e tolerabilidade antes de disponibilizá-las ao público.

“Desenvolver produtos de cuidados com a pele exige reconhecer que as experiências e as necessidades não são iguais para todas as pessoas. A inclusão de peles negras nesta pesquisa amplia nossa compreensão sobre a dermatite atópica e fortalece o compromisso da Mustela com uma inovação baseada em evidências, representatividade e diversidade. A escolha do Brasil pela matriz francesa para a realização desse estudo também é muito significativa: somos um país marcado pela diversidade de tons de pele e nos orgulha contribuir para a produção de conhecimento capaz de representar melhor a nossa população”, afirma Marilla Mesquita, diretora de Marketing, Vendas e ESG da Mustela Brasil.

Para atender às diferentes etapas da rotina de cuidados com peles secas, extremamente secas ou com tendência atópica, a linha Stelatopia reúne soluções de limpeza e hidratação. O Stelatopia+ Hidratante Relipidante Antiprurido Orgânico Certificado, produto avaliado no estudo clínico, é voltado à hidratação e à preservação da barreira cutânea. Já o Gel Lavante e o Óleo de Banho foram desenvolvidos para a limpeza da pele durante o banho.

O Gel Lavante e o Óleo de Banho possuem 98% de ingredientes de origem natural, fórmulas veganas e sem fragrância. O hidratante, por sua vez, reúne 99% de ingredientes de origem natural, entre eles o Óleo Destilado de Girassol Orgânico e o prebiótico Bioecolia®. A combinação integra um complexo de ativos patenteado que ajuda a reduzir a probabilidade de contaminação da pele e exerce efeito antirrecidiva, limitando a frequência dos picos intensos de ressecamento.

Referência em cuidados para todos os tons, idades, climas e tipos de pele, a Mustela mantém linhas desenvolvidas para atender necessidades específicas, priorizando fórmulas seguras e com ingredientes de origem natural. A marca pertence ao Laboratório Expanscience, primeiro laboratório dermocosmético do mundo a obter a certificação B Corp, e integra a esse trabalho compromissos relacionados à preservação de recursos naturais, à redução de impactos sobre os ecossistemas, ao abastecimento responsável de matérias-primas e à geração de valor para a sociedade.

VEJA TAMBÉM:

caminhao
SC: caminhão com placas de Garopaba se envolve em acidente que deixou um morto em Palhoça
whatsapp-image-2026-09-24-at-15.54.51
Sul catarinense: casal acusado de extoquir e matar idoso em Passo de Torres é preso em Garopaba
operacao_da_policia_civil_em_sao_paulo
Megaoperação investiga fraude fiscal no setor de combustíveis em 5 estados e Distrito Federal
retirada_de_barricadas_na_cdd
Senado Federal aprova projeto de lei que torna crime barricadas para cometer crimes
Design sem nome (1)
Dupla furta equipamentos de torre de transmissão da TMW em área rural de Butiá (RS); VÍDEO
P U B L I C I D A D E
P U B L I C I D A D E
P U B L I C I D A D E