França, Alemanha e Reino Unido condenaram as “ameaças” contra o secretário-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) após o Irã negar o acesso a suas instalações nucleares, que foram alvo de bombardeios realizados por Israel e Estados Unidos. O Irã justificou sua decisão como uma “suspensão” das colaborações com a ONU, criticando o comportamento “destrutivo” do diretor Rafael Grossi.
VEJA TAMBÉM:
- Conflito no Oriente Médio: mãe e criança brasileiras morrem no Líbano após ataques de Israel
- Internacional: Irã anuncia abertura de Ormuz depois de cessar-fogo no Líbano
- Preço do petróleo sobe após pronunciamento de Trump
- Bombardeio no Líbano: jornalistas escapam por milagre
- Trump critica Zelensky por não ler proposta de paz para a Ucrânia
- Israel anuncia reabertura parcial da passagem de Rafah para moradores de Gaza






