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Líderes de grupo criminoso do RS viviam vidas de luxo em SC

Os dois principais fugitivos de Pelotas, no Sul gaúcho, foram recapturados em Tubarão.
Foragidos do RS ostentavam vida de luxo em solo catarinense. | Foto: PCRS/Divulgação

Redação PIXTV (Site)

10 de junho de 2024

atualizado às 13:54

Os dois principais fugitivos de Pelotas, no Sul do Rio Grande do Sul, foram recapturados durante uma operação realizada no último sábado (8) em Tubarão, no Sul de Santa Catarina. A dupla é apontada pela polícia como líder de um grupo criminoso que atua na região Sul do Estado gaúcho.

A 2ª Delegacia de Polícia de Pelotas, responsável pela investigação, informou que um dos presos tem mais de 50 anos de pena a cumprir e estava foragido desde que rompeu a tornozeleira eletrônica, em 2021. Já o outro foragido havia rompido a tornozeleira em janeiro deste ano.

Além das prisões, os policiais civis apreenderam documentos falsos, celulares, carteiras de identidade falsas e três veículos, incluindo um Porsche de quase R$ 700 mil.

Dupla usava documentos falsos e ostentava vida de luxo em SC

“Nossa equipe fez um trabalho de inteligência que analisou diversas informações e a partir do cruzamento de dados conseguiu identificar que os foragidos número 1 e 2 de Pelotas estavam ostentando uma vida como pessoas bem sucedidas, vivendo em uma casa bem estruturada, utilizando de veículos luxuosos, como um Porsche, avaliado em quase R$ 700 mil, e ainda assim seguindo a cadeia de comando das ações do grupo criminoso”, destacou o Delegado titular da 2ª DP, César Nogueira.

A investigação durou cerca de um mês. Durante este período, a Polícia Civil apurou que a dupla movimentou mais de R$ 25 milhões somente nos últimos dez meses.

“São diversos crimes praticados pelos foragidos, dentre os quais o de lavagem de dinheiro. A estrutura criminosa foi se organizando e evoluindo para que eles se apropriassem do dinheiro ilícito e o recolocassem no mercado como valores monetários lícitos. Como se utilizavam de documentos falsos, viviam tranquilamente com movimentações gigantescas em contas bancárias e cartões de crédito”, explicou o delegado César Nogueira.

Depois dos procedimentos de praxe, os indivíduos foram encaminhados ao Sistema Prisional.

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