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Nervosismo de motorista revela carro ‘recheado’ de anabolizantes e abortivos no Norte catarinense

Motorista que vinha do Paraguai transportava medicamentos proibidos e dinheiro em compartimentos ocultos.
Foto: PRF

Redação PIXTV (Site)

4 de dezembro de 2025

atualizado às 09:58

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu um homem nesta quarta-feira (3), em Joinville, no Norte de Santa Catarina, por contrabando de diversos medicamentos ilegais, entre eles substâncias abortivas, emagrecedoras e anabolizantes. A apreensão ocorreu durante uma fiscalização de rotina na BR-101.

Nervosismo levantou suspeita

Os policiais abordaram um automóvel branco com placas de Joinville. O motorista afirmou que morava no Paraguai há dois meses, que vinha ao litoral catarinense buscar a família e que era proprietário de empresas de suplementos alimentares.

Durante a vistoria inicial, a PRF encontrou uma sacola térmica com medicamentos para emagrecimento. O homem disse que os produtos eram para consumo próprio, mas apresentou forte nervosismo e tentava retornar ao veículo repetidamente, o que aumentou a desconfiança da equipe.

Ao aprofundar a fiscalização, os agentes descobriram diversos compartimentos ocultos no carro. Havia frascos e cartelas escondidos dentro da alavanca de câmbio, no painel, no console central e sob o assoalho do passageiro. A maioria dos itens estava envolta em plástico preto, sem qualquer condição sanitária adequada. Cadernos com anotações de supostas vendas também foram encontrados.

O que foi apreendido

  • Medicamentos: dezenas de ampolas de anabolizantes, remédios para emagrecimento e comprimidos de uso abortivo, todos de venda proibida no Brasil;
  • Dinheiro: 8,5 milhões de guaranis (moeda paraguaia), o equivalente a pouco mais de R$ 6 mil;
  • Eletrônicos: três celulares.

O motorista recebeu voz de prisão em flagrante e foi encaminhado à Polícia Federal, juntamente com toda a carga apreendida.

A importação de medicamentos sem registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é considerada crime grave contra a saúde pública.

Caso seja condenado, o suspeito pode pegar mais de 10 anos de prisão, conforme prevê o Código Penal.

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