Uma operação da Polícia Civil do Rio Grande do Sul investiga crimes de peculato, falsidade ideológica e uso de documento falso por um servidor público de Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre.
A Operação “Falso Grau” cumpriu, nesta terça-feira (16), ordens judiciais, dentre elas mandados de busca e apreensão, bloqueio de contas bancárias e apreensão de veículos, além de restrições de venda nos municípios de Canoas e Porto Alegre.
Segundo investigação conduzida pela 1ª Delegacia de Combate à Corrupção (1ªDecor) da Divisão Estadual de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (DCCOR), o suspeito teria utilizado um diploma falso para ganhar gratificações e outras vantagens financeiras em cargo do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores Municipais de Canoas (Canoasprev).
De acordo com o Delegado Max Otto Ritter, o servidor teria apresentado à autarquia um diploma emitido por uma instituição de ensino do Rio de Janeiro para se beneficiar de valores, os quais somente poderiam ser pagos a quem tem graduação em curso superior.
Ainda conforme o delegado, ele teria recebido irregularmente cerca de R$ 390 mil (sem correção monetária). A Polícia Civil não revelou o nome do suspeito.
VEJA TAMBÉM:
- Novas chuvas no Rio Grande do Sul destelham casas e deixam famílias desabrigadas
- Nova frente fria pode trazer mais temporais ao RS
- Tempestades e risco de inundações voltam ao RS; cenário de alerta segue até quarta (29)
- Chuvas afetam 143 cidades do RS; mais de 200 pessoas estão desabrigadas ou desalojadas
- Semana começa com chuva intensa e melhora gradual do tempo em Porto Alegre
- Tempestades e granizo atingem Rio Grande do Sul nesta sexta e sábado






