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Passeata pela Liberdade Religiosa pede audiência pública em Garopaba (SC)

Manifestação denuncia a ação das polícias que, segundo lideranças religiosas, já interromperam diversos cultos na região.
Passeata pela Liberdade Religiosa encaminha solicitação de audiência pública a vereadores e prefeito de Garopaba. | Fotos: Luz Dornelles

Redação PIXTV (Site)

14 de junho de 2024

atualizado às 16:06

A passeata “Tambores pela paz”, organizada pelo Ilê Alaketu Obá Bí lé dé com o apoio de voluntários e coletivos culturais, percorreu as ruas de Garopaba (SC) na tarde de quarta-feira (12) para solicitar a execução do direito à liberdade religiosa garantido pelo Artigo 5º, inciso IV da Constituição Federal Brasileira.

A manifestação denunciou a ação das polícias que já interromperam diversos cultos na região e solicitou a realização de uma audiência pública na Câmara Municipal de Garopaba para que o tema seja discutido por autoridades políticas municipais, estaduais e federais, pelas lideranças religiosas de matriz africana e afro-brasileira e pela comunidade. O pedido foi encaminhado através do gabinete do vereador Jean Ricardo (PSB/SC) - leia aqui o Manifesto às autoridades políticas pela liberdade religiosa em Garopaba.

“O silêncio de nossos tambores nos fere, já que é através deles que nos dirigimos ao sagrado e professamos nossa fé. Também nos fere o silêncio de vossas excelências frente a uma violação de direitos que não começou ontem neste município, já que nos senhores foi depositada a confiança do povo para que nossos direitos fossem cumpridos e respeitados. Agora, unimos e ecoamos nossas vozes para que nem vocês, nem nossos tambores permaneçam silenciosos”, comenta Paola Renata Borges Ramos da Silva, mãe pequena do Ilê Alaketu Obá Bí Lé Dé e organizadora do ato, no manifesto entregue às autoridades locais através do vereador Jean Ricardo.

O ato encerrou na praça central da cidade do Sul catarinense com manifestações de diversos coletivos culturais locais que utilizam os tambores e cujas raízes também remetem à África, como o Maracatu Eko da Mata e o Grupo de Tambor Malimke.

Fonte: Luz Dornelles

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