A Vigilância Epidemiológica de Porto Alegre confirmou o primeiro caso de Mpox em 2026. O paciente é residente da capital, mas a infecção ocorreu fora do Rio Grande do Sul, segundo as autoridades de saúde.
No ano passado, foram registrados 11 casos da doença no município.
A Mpox é uma infecção viral transmitida principalmente por meio do contato direto com lesões na pele, além de secreções respiratórias e saliva. A transmissão também pode ocorrer em situações de contato íntimo ou prolongado com pessoas infectadas.
Sintomas e orientação
Os primeiros sinais da doença podem incluir febre, dor de cabeça, dores musculares, fraqueza e aumento dos gânglios linfáticos — as chamadas ínguas. Após essa fase inicial, surgem lesões na pele, que podem aparecer em diferentes partes do corpo.
O período de incubação da Mpox varia de três a 21 dias, com média entre 10 e 16 dias.
Em caso de suspeita, a recomendação é procurar atendimento em um serviço de saúde para avaliação e orientação. Pessoas com sintomas devem permanecer em isolamento domiciliar ou manter contato sexual e íntimo até a liberação médica.
A Vigilância reforça que a identificação precoce dos casos e o cumprimento do isolamento são medidas essenciais para evitar a disseminação da doença.
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