Minas Gerais registrou uma morte por hantavírus neste ano. Embora o óbito tenha ocorrido em 8 de fevereiro, a informação foi divulgada pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) apenas neste domingo (10).
A vítima, um homem de 46 anos, era moradora de Carmo do Paranaíba, na região do Alto Paranaíba. Segundo a SES-MG, ele apresentou os primeiros sintomas no dia 2 de fevereiro, chegou a receber atendimento médico, mas morreu seis dias depois.
Ainda conforme a Secretaria, o paciente tinha histórico de contato com roedores silvestres em uma área de lavoura. A infecção foi confirmada pela Fundação Ezequiel Dias (Funed).
Em nota, a pasta informou que “trata-se de um caso isolado, sem relação com outros registros da doença”.
A hantavirose é uma zoonose viral aguda que, no Brasil, se manifesta principalmente na forma da Síndrome Cardiopulmonar por Hantavírus (SCPH), doença que pode comprometer pulmões e coração. O vírus é transmitido principalmente pelo contato com urina, saliva e fezes de roedores silvestres infectados, especialmente pela inalação de partículas presentes no ambiente contaminado.
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