Morreu na madrugada desta segunda-feira (13) Tony Marcos de Souza, um dos indiciados por supostamente coagir uma testemunha no processo que investiga a morte do cão Orelha, em Florianópolis.
Segundo o advogado do empresário, de 52 anos, a morte ocorreu após ele sofrer um infarto.
Os atos da suposta coação teriam sido cometidos por três adultos ligados aos adolescentes investigados contra o porteiro do prédio onde eles residem. No dia 29 de janeiro, a 32ª Promotoria de Justiça da Comarca da Capital, especializada na Defesa do Meio Ambiente, declinou da atribuição para atuar no caso e solicitou a redistribuição do procedimento a uma Promotoria Criminal comum.
No entendimento preliminar do promotor Fabiano Henrique Garcia, responsável pela área ambiental em Florianópolis, as provas reunidas, incluindo imagens da portaria, vídeos, depoimentos de testemunhas e interrogatórios, demonstraram que os conflitos envolvendo os adultos ocorreram dias após os maus-tratos aos animais e tiveram origem em desentendimentos pessoais e na repercussão de imagens e áudios compartilhados em redes sociais.
Com informações do NSC Total
VEJA TAMBÉM:
- Subtenente da PM morre com tiro de fuzil em ataque de motoqueiros no RJ; outros agentes ficam feridos
- Chefe de facção criminosa do Pará morre em confronto com a polícia em Florianópolis
- MPSC investiga morte de bebê de 3 meses em abrigo de Criciúma
- Farra do Boi: grupo que torturou animal e perseguiu moradores em comunidade de Floripa é alvo de operação
- Sem sinais de violência: juiz federal desaparecido há mais de um mês é encontrado morto no Rio
- Rio Grande do Sul confirma segunda morte por dengue em 2026; vítima é idoso de 90 anos






