Garopaba, no Sul de Santa Catarina, instituiu a Semana Municipal de Identificação e Conscientização sobre a Dislexia e Outros Transtornos de Aprendizagem, que será celebrada na última semana de outubro. O projeto de lei complementar do vereador Rogério Linhares (PSD) foi aprovado e sancionado pelo prefeito Junior de Abreu (PP) na última terça-feira (3).
Agora a data passa a fazer parte do Calendário Oficial do Município e será lembrada anualmente. A lei tem como objetivos:
- Promover palestras e workshops para informar pais, professores e alunos sobre o que é a dislexia e outros transtornos de aprendizagem, seus sintomas e como ela afeta a aprendizagem e o desenvolvimento da criança.
- Criar e distribuir materiais informativos, digitais e impressos, como folhetos e guias práticos que abordem a dislexia e outros transtornos de aprendizagem, suas características e estratégias eficazes para lidar com ela em ambientes educacionais.
- Oferecer treinamentos específicos para professores e outros profissionais da educação, bem como profissionais da saúde, sobre como identificar sinais de dislexia e outros transtornos de aprendizagem, adaptar métodos de ensino e criar estratégias de suporte para os alunos.
- Organizar atividades e eventos que destacam a importância da inclusão e da empatia no ambiente escolar, enfatizando a necessidade de aceitar e apoiar alunos com dislexia e outros transtornos de aprendizagem, e encorajar práticas inclusivas.
- Facilitar testes de triagem para identificar possíveis sinais de dislexia e outros transtornos de aprendizagem em alunos, com a participação de profissionais especializados que possam orientar sobre os próximos passos e recursos disponíveis.
A criação da Semana Municipal de Identificação e Conscientização sobre a Dislexia e Outros Transtornos de Aprendizagem é crucial para promover a inclusão de alunos com essas condições nas escolas e na comunidade. Muitos estudantes enfrentam dificuldades significativas que podem levar a estigmatização e isolamento social. Ao dedicar uma semana específica para a educação sobre esses transtornos, o projeto ajudará a aumentar a compreensão e empatia entre colegas, professores e familiares. Isso pode contribuir para a redução do preconceito e para a criação de um ambiente mais inclusivo e acolhedor, onde todos os alunos têm a oportunidade de desenvolver seu potencial pleno”, diz parte da lei.
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