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Greve afeta escolas estaduais de Garopaba e Imbituba (SC)

Ao menos nove instituições nas cidades estão com as atividades comprometidas.
Frente da E.E.M. Engº Annes Gualberto, em Imbituba. | Foto: reprodução Portal AHora

Redação PIXTV (Site)

24 de abril de 2024

atualizado às 10:54

Professores da rede estadual de ensino de Santa Catarina entraram em greve por tempo indeterminado na terça-feira (23). Entre as principais reivindicações dos trabalhadores da educação, estão o reajuste do piso salarial e a valorização da carreira.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina (Sinte), cerca de 30% dos trabalhadores do magistério aderiram à paralisação.  

Diversas regiões começam a sentir os reflexos da greve nesta quarta-feira (24). Em Garopaba e Imbituba, no Sul do Estado, ao menos nove escolas estão com as atividades comprometidas. Confira abaixo quais.

IMBITUBA:

  • E.E.M. Engº Annes Gualberto;
  • E.E.B. Henrique Lage;
  • E.E.B. Álvaro Catão;
  • E.E.B. André de Souza;
  • E.E.B. Visconde do Rio Branco;
  • E.E.B. Gracinda Augusta Machado.

GAROPABA:

  • E.E.B. Maria Corrêa Saad;
  • E.E.B. Luiz Carlos Luiz;
  • E.E.B. Professor José Rodrigues Lopes.

Frente da E.E.B. Maria Corrêa Saad, em Garopaba. | Foto: Reprodução Portal AHora

Veja o que a categoria está cobrando:

  • Definição de data para novo concurso público;
  • Retirada de desconto de 14% sobre os aposentados;
  • Reajuste salarial;
  • Garantia da hora-atividade (tempo de trabalho dos professores feito em horários alternativos);
  • Descompactação da tabela (sem salários iguais para diferentes posições da carreira e ganhos conforme o trabalhador avança com sua formação ou tempo no serviço público);
  • Mais investimentos na educação e na estrutura das escolas.

 

Sinte se reúne com representantes do Governo

Na manhã de terça-feira, o Sindicato esteve reunido com representantes do governo catarinense no Centro Administrativo, em Florianópolis, para discutir as pautas reivindicadas pela categoria. Segundo o Sinte, o diálogo aconteceu com o Secretário de Administração, Vânio Boing.

O Sindicato informou, porém, que não foram apresentadas propostas para solucionar as demandas dos profissionais no encontro. O governo teria solicitado mais tempo para analisar as reivindicações.

“Após mais de um ano de mesas de negociações e nenhuma proposta concreta, os trabalhadores em educação permanecerão em greve, até que seja apresentada uma proposta sólida”, disse o Sinte.

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